Mais uma viagem semanal com partida e chegada do Aeroporto Internacional de Tóquio, Narita desta vez com destino ao pop e rock.
01. The Juice - The Circus
02. Apple Paint Cafe - Tomorrow without you
03. Tomo-Aki - Blame it on the moon
04. Jimmy Pops - Video kill the radio stars
06. Fragments - Just another life
07. Psysalia Psysalis Psyche - Murderous Boy
08. Metrotrip - Tokyo Bay
09. Maia Hirasawa - And I found this boy
10. Bonnie Pink - Revolution
11. Sprito - Sunday Song
12. Dahlia - Snowflake like a chiffon
13. Fumie Hosokawa - Pouppe de cire, poupee de son
14. Orangenoise Shortcut - Shinning star
Esta semana também destacamos a exposição de Ikebana que está a decorrer no Museu da Cidade de Lisboa até ao dia 3 de Fevereiro. Mais informações sobre esta exposição pode ser lida aqui ou no site da Embaixada do Japão.
segunda-feira, janeiro 28, 2008
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Etsuko Kimura na Trem Azul
Amanhã dia 26 de Janeiro pelas 18h, a japonesa Etsuko Kimura irá contar histórias em japonês e inglês acompanhado por Miguel Leiria Pereira (contrabaixo e electronica).
Etsuko Kimura, nasceu no Japão e desde então tem corrido mundo. Foi educada em Nova Iorque, viveu em Paris e actualmente vive e trabalha em Lisboa há quase 5 anos. Tem participado e actuado com vários artistas experimentais, e a sua obra já é bastante conhecida mundialmente.
O concerto será na Trem Azul Jazz Store, que fica situada na Rua Do Alecrim 21 A (Lisboa).
Etsuko Kimura, nasceu no Japão e desde então tem corrido mundo. Foi educada em Nova Iorque, viveu em Paris e actualmente vive e trabalha em Lisboa há quase 5 anos. Tem participado e actuado com vários artistas experimentais, e a sua obra já é bastante conhecida mundialmente.
O concerto será na Trem Azul Jazz Store, que fica situada na Rua Do Alecrim 21 A (Lisboa).
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Shoegaze na MiMi Records
Para quem gosta deste estilo, a netlabel portuguesa Mimi Records lançou o primeiro EP "lights EP" do projecto a solo do japonês Shinpei Kusuzaka que tem como alter-ego o nome de The Lights Streaming Through The Sound.
Deixo aqui um excerto do press-release deste fantástico disco:
[...] "The lights streaming through the sound" não tem pudor de beber de diversas fontes estéticas, possuindo a capacidade de assimilar a semelhança emocional comum a todas essas fontes, e, sem cair na mera repetição dos géneros livres ou Pós oferece uma audição interessante, cativante mas não sem alguma provocacao emocional , necessária à continuidade do disco para além da primeira audição.[...]
O disco é totalmente gratuíto e podem fazer donwload aqui e darem cópias aos vossos melhores amigos...
Deixo aqui um excerto do press-release deste fantástico disco:
[...] "The lights streaming through the sound" não tem pudor de beber de diversas fontes estéticas, possuindo a capacidade de assimilar a semelhança emocional comum a todas essas fontes, e, sem cair na mera repetição dos géneros livres ou Pós oferece uma audição interessante, cativante mas não sem alguma provocacao emocional , necessária à continuidade do disco para além da primeira audição.[...]
O disco é totalmente gratuíto e podem fazer donwload aqui e darem cópias aos vossos melhores amigos...
domingo, janeiro 20, 2008
NARITA #122 - 19.01.2008
A partir de hoje poderão conhecer os passageiros das viagens regulares com partida e chegada ao Aeroporto Internacional de Tóquio, Narita. Além de algumas fotografias, a equipa de bordo dará sempre que possível a morada virtual (MySpace) dos passageiros semanais.
A viagem desta semna será bastante diversificada, mas com um especial destaque para a editora Call and Response Records representada pelas bandas Mir, Mosquito, Saladabar, Hyacca e Deracine.
01. Mir - 100 Nen go
02. Sleep Warp - Sama-saita
03. Nana - Piña-colada
04. Mosquito - もも色
05. Mt. Delicious - Zombie Zombie
06. Saladabar - Fatboy Shape

07. Hyacca - 謝したい
08. Otaria's Bloc(k) - Sail on
09. Sunn Amps and Smashing Guitars - The world (like a Drain Bamage)
10. Deracine - The Somebody is you
11. Mushio Funazawa - あの河
A viagem desta semna será bastante diversificada, mas com um especial destaque para a editora Call and Response Records representada pelas bandas Mir, Mosquito, Saladabar, Hyacca e Deracine.
01. Mir - 100 Nen go
02. Sleep Warp - Sama-saita
03. Nana - Piña-colada
04. Mosquito - もも色
05. Mt. Delicious - Zombie Zombie
06. Saladabar - Fatboy Shape

07. Hyacca - 謝したい
08. Otaria's Bloc(k) - Sail on
09. Sunn Amps and Smashing Guitars - The world (like a Drain Bamage)
10. Deracine - The Somebody is you
11. Mushio Funazawa - あの河
quarta-feira, janeiro 16, 2008
Tambores Japoneses em Lisboa
Nos próximos dias 18, 19 e 20 de Janeiro, o Japão estará representado na próxima BTL com o "Espaço Japão", localizado no Pavilhão 3 da Feira Internacional de Lisboa. O "Espaço do Japão", é composto pela Embaixada do Japão, pela All Nippon Airways (ANA), pela Japan Airlines (JAL),representada pela agência de viagens Frontia, e pela Japan External Organization (JETRO). Neste "Espaço" serão dadas várias informações turísticas, apresentando o Japão aos visitantes da BTL como um destino turístico a ser visitado e explorado.
O "Espaço do Japão" terá igualmente uma série de eventos da cultura tradicional tais como "Origami", "Caligrafia" e o visitante poderá mesmo experimentar a tradicional "Yukata" japonesa (quimono de algodão) e o "Happi" (espécie de quimono curto). No espaço público da FIL haverá ainda um espectáctulo do famoso grupo japonês de tambores "Tachibana Taiko Hibikiza" especialmente convidado do Japão para actuar nesta feira.
18 e 19 de Janeiro, a partir das 21h00
Rua do Bojador-Parque das Nações, Lisboa
As actividades promovidas pela Embaixada do Japão na BTL são gratuitas, contudo, a entrada na feira está sujeita a pagamento de bilhete.
20 de Janeiro, às 15h00
Lg. Rainha D. Amélia (em frente ao Palácio Nacional de Sintra)
Espectáculo ao ar livre sem bilhete.
A organização é da responsabilidade da Embaixada do Japão, com os apoios da Nippon Taiko Foundation, Japan Foundation e Câmara Municipal de Sintra.
O "Espaço do Japão" terá igualmente uma série de eventos da cultura tradicional tais como "Origami", "Caligrafia" e o visitante poderá mesmo experimentar a tradicional "Yukata" japonesa (quimono de algodão) e o "Happi" (espécie de quimono curto). No espaço público da FIL haverá ainda um espectáctulo do famoso grupo japonês de tambores "Tachibana Taiko Hibikiza" especialmente convidado do Japão para actuar nesta feira.
18 e 19 de Janeiro, a partir das 21h00
Rua do Bojador-Parque das Nações, Lisboa
As actividades promovidas pela Embaixada do Japão na BTL são gratuitas, contudo, a entrada na feira está sujeita a pagamento de bilhete.
20 de Janeiro, às 15h00
Lg. Rainha D. Amélia (em frente ao Palácio Nacional de Sintra)
Espectáculo ao ar livre sem bilhete.
A organização é da responsabilidade da Embaixada do Japão, com os apoios da Nippon Taiko Foundation, Japan Foundation e Câmara Municipal de Sintra.
NARITA #121 - 12.01.2008
Para esta viagem, a tripulação de Narita reservou um destino um pouco mais distante que o habitual: abrimos um buraco no contínuo espácio-temporal, pegámos no velhinho gira-discos e viajámos até às primeiras décadas do século XX para ouvir um dos géneros musicais mais tradicionais do Japão: a música Enka.
Partida do terminal 107.9, aeroporto internacional de Tóquio, NARITA.
Com as suas origens entre a Era Meiji e a Era Taisho, a música Enka começou por ser uma forma de tornar os discursos de desacordo político mais atractivos, sendo assim utilizada como forma de protesto. Um dos primeiros estilos a aliar as melodias ocidentais aos sons japoneses, a música Enka revelou-se uma eficaz forma de os líderes dos partidos políticos do Japão do final do século XIX fazerem sair a sua mensagem para as ruas, numa altura em que não lhes era permitido falar em público. Actualmente, este cariz político desvaneceu-se na música Enka, mas ainda permanece a popularidade do género. Na viagem de hoje, recuamos no tempo e partimos da década de 20 do século passado para uma viagem através da história da música Enka.
01. Sato Chiyako – Beniya no Musume
02. Sato Chiyako – Tousei Ginza Bushi
03. Tokuyama Tamaki & Yotsuya Fumiko – Tengoku ni Musubu Koi
O Enka, literalmente significando “canção interpretada”, é basicamente canção de balada, que combina a música moderna ocidental com um sabor claramente japonês. Apesar de já não ser utilizado como instrumento para o activismo político, foi este uso como propaganda que esteve na génese da sua forma lírica. Já no que toca aos instrumentos utilizados, o Enka reúne mais uma vez ocidente e oriente, misturando guitarras e instrumentos de orquestra com os instrumentos tradicionais japoneses, nomeadamente o shamisen, o koto e o taiko.
04. Kouta Katsutaro – Musumegokoro
05. Miss Columbia – 19 no Haru
06. Nakano Tadaharu - Tabigarasu
O tipo de composição musical usado no Enka é bastante específico. Para começar, a escala utilizada, chamada “yonanuki onkai”, é pentatónica, ou seja, utiliza apenas cinco notas musicais por oitava ao contrário das habituais sete na música ocidental. Existe uma certa separação de escalas no que toca ao género do intérprete: para as vozes masculinas geralmente é utilizada a “yonanuki” maior, com tons mais quentes e apaziguantes; já no que toca às interpretações destinadas a vozes femininas usa-se a “yonanuki” menor com os seus tons mais emocionais.
07. Matsudaira Akira – Tone no Funauta
08. Matsushima Utako & Shouji Taro – Sore mo Omoide
09. Otomarusan – Senro Kawarya
10. Akasaka Koume – Asama no Kemuri
Com o passar dos anos, o sentido de protesto político na música Enka foi-se desvanecendo, podendo inlcusivamente falar-se de um segundo período em que a música Enka se torna mais popular e menos interventiva, coincidindo com o período do pós-guerra e a Era Showa. As letras tornam-se mais nostálgicas, falando dos tempos felizes e muitas vezes expressando o desejo de voltar à terra natal. As gerações mais velhas recordam ainda a vida num país dividido pela guerra, onde a comida e o dinheiro faltavam; estas foram as mesmas pessoas que se viram obrigadas a mudar do campo para as cidades no pós-guerra e, apesar de grande parte das vezes o Enka retratar uma saudade de um passado idealizado, é no Enka e nas suas alusões a uma vida rural e difícil, nas suas letras saudosas e melancólicas, que estas gerações se revêem. Muitos dizem que este apelo às gerações mais velhas como que congelou o Enka e está a conduzir ao seu desaparecimento. No entanto, este género, como ao longo de todo o século XX, continua a ser um dos mais característicos do Japão e a manter um vasto auditório, um pouco à semelhança do fado em Portugal.
11. Tabata Yoshiro – Shima no Funauta
12. Watanabe Hamako – Soshuu Yakyoku
Um símbolo do Japão, a música Enka faz parte da identidade nipónica há décadas e, tal como muitos outros aspectos da vida no país do Sol Nascente, também começa a cativar a atenção e a curiosidade dos ocidentais. Estando na base da maioria dos actuais géneros musicais japoneses, muitos estudiosos de música têm-se debruçado sobre o Enka, mas não só. Apesar de realmente ser na generalidade muito mais apreciada pelas pessoas mais velhas, a música Enka tem sido comparada por muitos com outros géneros ocidentais que também sonorizam a tristeza, como o fado, os blues ou até a música country. Actualmente, continuam a existir bastantes intérpretes da música Enka, apesar da grande quebra de vendas de discos de Enka na década de 90. São estes músicos que perpetuam a arte de cantar a beleza da tragédia, do sofrimento e da perseverança. Os tempos imaginados de antigamente continuam então na memória colectiva do Japão, através dos sons nostálgicos que se fazem continuar a ouvir.
13. Itsuki Hiroshi – Fuyuno Hotaru
14. Yuki Saori - Tegami
Para o final desta viagem, aterrámos já no século XXI, com algumas das composições contemporâneas de Enka. Voltamos a voar para a semana, na noite de Sábado a partir das 21h. Até lá, nós por cá, e por lá, no Japão, despedimo-nos, esperando que esta viagem ao passado e à história da música Enka tenha sido do vosso agrado.
Sayounara!
Partida do terminal 107.9, aeroporto internacional de Tóquio, NARITA.
Com as suas origens entre a Era Meiji e a Era Taisho, a música Enka começou por ser uma forma de tornar os discursos de desacordo político mais atractivos, sendo assim utilizada como forma de protesto. Um dos primeiros estilos a aliar as melodias ocidentais aos sons japoneses, a música Enka revelou-se uma eficaz forma de os líderes dos partidos políticos do Japão do final do século XIX fazerem sair a sua mensagem para as ruas, numa altura em que não lhes era permitido falar em público. Actualmente, este cariz político desvaneceu-se na música Enka, mas ainda permanece a popularidade do género. Na viagem de hoje, recuamos no tempo e partimos da década de 20 do século passado para uma viagem através da história da música Enka.
01. Sato Chiyako – Beniya no Musume
02. Sato Chiyako – Tousei Ginza Bushi
03. Tokuyama Tamaki & Yotsuya Fumiko – Tengoku ni Musubu Koi
O Enka, literalmente significando “canção interpretada”, é basicamente canção de balada, que combina a música moderna ocidental com um sabor claramente japonês. Apesar de já não ser utilizado como instrumento para o activismo político, foi este uso como propaganda que esteve na génese da sua forma lírica. Já no que toca aos instrumentos utilizados, o Enka reúne mais uma vez ocidente e oriente, misturando guitarras e instrumentos de orquestra com os instrumentos tradicionais japoneses, nomeadamente o shamisen, o koto e o taiko.
04. Kouta Katsutaro – Musumegokoro
05. Miss Columbia – 19 no Haru
06. Nakano Tadaharu - Tabigarasu
O tipo de composição musical usado no Enka é bastante específico. Para começar, a escala utilizada, chamada “yonanuki onkai”, é pentatónica, ou seja, utiliza apenas cinco notas musicais por oitava ao contrário das habituais sete na música ocidental. Existe uma certa separação de escalas no que toca ao género do intérprete: para as vozes masculinas geralmente é utilizada a “yonanuki” maior, com tons mais quentes e apaziguantes; já no que toca às interpretações destinadas a vozes femininas usa-se a “yonanuki” menor com os seus tons mais emocionais.
07. Matsudaira Akira – Tone no Funauta
08. Matsushima Utako & Shouji Taro – Sore mo Omoide
09. Otomarusan – Senro Kawarya
10. Akasaka Koume – Asama no Kemuri
Com o passar dos anos, o sentido de protesto político na música Enka foi-se desvanecendo, podendo inlcusivamente falar-se de um segundo período em que a música Enka se torna mais popular e menos interventiva, coincidindo com o período do pós-guerra e a Era Showa. As letras tornam-se mais nostálgicas, falando dos tempos felizes e muitas vezes expressando o desejo de voltar à terra natal. As gerações mais velhas recordam ainda a vida num país dividido pela guerra, onde a comida e o dinheiro faltavam; estas foram as mesmas pessoas que se viram obrigadas a mudar do campo para as cidades no pós-guerra e, apesar de grande parte das vezes o Enka retratar uma saudade de um passado idealizado, é no Enka e nas suas alusões a uma vida rural e difícil, nas suas letras saudosas e melancólicas, que estas gerações se revêem. Muitos dizem que este apelo às gerações mais velhas como que congelou o Enka e está a conduzir ao seu desaparecimento. No entanto, este género, como ao longo de todo o século XX, continua a ser um dos mais característicos do Japão e a manter um vasto auditório, um pouco à semelhança do fado em Portugal.
11. Tabata Yoshiro – Shima no Funauta
12. Watanabe Hamako – Soshuu Yakyoku
Um símbolo do Japão, a música Enka faz parte da identidade nipónica há décadas e, tal como muitos outros aspectos da vida no país do Sol Nascente, também começa a cativar a atenção e a curiosidade dos ocidentais. Estando na base da maioria dos actuais géneros musicais japoneses, muitos estudiosos de música têm-se debruçado sobre o Enka, mas não só. Apesar de realmente ser na generalidade muito mais apreciada pelas pessoas mais velhas, a música Enka tem sido comparada por muitos com outros géneros ocidentais que também sonorizam a tristeza, como o fado, os blues ou até a música country. Actualmente, continuam a existir bastantes intérpretes da música Enka, apesar da grande quebra de vendas de discos de Enka na década de 90. São estes músicos que perpetuam a arte de cantar a beleza da tragédia, do sofrimento e da perseverança. Os tempos imaginados de antigamente continuam então na memória colectiva do Japão, através dos sons nostálgicos que se fazem continuar a ouvir.
13. Itsuki Hiroshi – Fuyuno Hotaru
14. Yuki Saori - Tegami
Para o final desta viagem, aterrámos já no século XXI, com algumas das composições contemporâneas de Enka. Voltamos a voar para a semana, na noite de Sábado a partir das 21h. Até lá, nós por cá, e por lá, no Japão, despedimo-nos, esperando que esta viagem ao passado e à história da música Enka tenha sido do vosso agrado.
Sayounara!
terça-feira, janeiro 08, 2008
Maia Hirasawa em Portugal
O Japão aproxima-se cada vez mais de Portugal! No próximo dia 23 de Fevereiro, pelas 22h, Vila Real recebe um dos novos talentos nipónicos da música pop - Maia Hirasawa.

Maia Hirasawa, nascida a 5 de Maio de 1980, é uma cantora e songwriter sueca-japonesa que se tornou bastante conhecida através da banda Hello Saferide de Annika Norlin, em que participava nos coros. A sua carreira a solo iniciou-se em 2007, quando a sua música And I Found This Boy foi muito bem acolhida em todas as rádios da Suécia. A este single seguiu-se o álbum de estreia a solo, “Though, I’m Just Me”, e o lançamento do single Gothenburg.
Pela primeira vez vem ao nosso país apresentar o seu trabalho a solo no Teatro de Vila Real a 23 de Fevereiro. Uma estreia a não perder!
Mais informação sobre Maia Hirasawa:
MySpace
Site Oficial
E um videoclip para aguçar o apetite!

Maia Hirasawa, nascida a 5 de Maio de 1980, é uma cantora e songwriter sueca-japonesa que se tornou bastante conhecida através da banda Hello Saferide de Annika Norlin, em que participava nos coros. A sua carreira a solo iniciou-se em 2007, quando a sua música And I Found This Boy foi muito bem acolhida em todas as rádios da Suécia. A este single seguiu-se o álbum de estreia a solo, “Though, I’m Just Me”, e o lançamento do single Gothenburg.
Pela primeira vez vem ao nosso país apresentar o seu trabalho a solo no Teatro de Vila Real a 23 de Fevereiro. Uma estreia a não perder!
Mais informação sobre Maia Hirasawa:
MySpace
Site Oficial
E um videoclip para aguçar o apetite!
NARITA #120 - 05.01.2008
A primeira viagem de 2008 encheu-se de passageiros bastante variados: a comemorar 120 horas de viagem, a tripulação de Narita trouxe doces e digestivos de 2007 e não só, para começar o novo ano de olhos em bico.
Partida do Terminal 107.9. Aeroporto Interacional de Tóquio: Narita.
01. Dahlia - Good Flight
02. Apple Paint Cafe - The Artisan Way Of Life
03. Yoko Ono - Sugarless Girl
04. Metro Trip - Tokyo Boy
05. Metalchicks - 10,000 DB
06. Keisho Ohno - Raindrops
07. Motoro Farm - And Precipitation
08. Trico - A Drop Of_
09. Aus - Clocks
10. Cokiyu - More
11. Maia Hirasawa - A Year With You
12. Yuko Ikoma - Powdery
13. Cafa feat. 湯川潮音 - Twinkle Star
Para a semana regressamos ao Japão em rota directa. Até lá, nós por cá e por lá, no Japão, despedimo-nos esperando que tenham entrado com o pé direito nesta viagem inaugural de 2008 do Narita!
Partida do Terminal 107.9. Aeroporto Interacional de Tóquio: Narita.
01. Dahlia - Good Flight
02. Apple Paint Cafe - The Artisan Way Of Life
03. Yoko Ono - Sugarless Girl
04. Metro Trip - Tokyo Boy
05. Metalchicks - 10,000 DB
06. Keisho Ohno - Raindrops
07. Motoro Farm - And Precipitation
08. Trico - A Drop Of_
09. Aus - Clocks
10. Cokiyu - More
11. Maia Hirasawa - A Year With You
12. Yuko Ikoma - Powdery
13. Cafa feat. 湯川潮音 - Twinkle Star
Para a semana regressamos ao Japão em rota directa. Até lá, nós por cá e por lá, no Japão, despedimo-nos esperando que tenham entrado com o pé direito nesta viagem inaugural de 2008 do Narita!
sábado, janeiro 05, 2008
ogata t3tsuo @ Quebra
Sábado (05.01.2008)
Quebra - Coimbra
ogata t3tsuo
O mentor da netlabel MiMi Records leva-nos pelas sonoridades do país do Sol Nascente e outras mais ocidentais de nos mimar os ouvidos.
Por entre sushi e manga...
Quebra - Coimbra
ogata t3tsuo
O mentor da netlabel MiMi Records leva-nos pelas sonoridades do país do Sol Nascente e outras mais ocidentais de nos mimar os ouvidos.
Por entre sushi e manga...
sexta-feira, dezembro 28, 2007
NARITA #119 - 29.12.2007
Chegamos ao final de mais um ano de emissões regulares de Narita, o programa dedicado às sonoridades do país do Sol Nascente. A tripulação agradece a todos os passageiros que preferiram a nossa companhia e também a todas as bandas, artistas, editoras que passaram ao longo deste ano.
01. AK48 - Boku no Taiyou
02. Bivattchee - Taiyou no Mannaka He
03. Capsule - Sugarless Girl
04. Dir en Grey - The Plegde (unplugged)
05. Fujifabric - Cheese Burger
06. Garnet Crow - Argentina
07. High and Mighty Color - Ichirin no Hana
08. L'Arc~en~Ciel - I wish 2007
09. Metronome - Hello
10. Pushim - Hey Boy
11. - v - - Honey Bee
12. Zoro - Vaio
13. Ketchupmania - Pop Pop Pop Pop Pop Pop Pop Lolipop
14. Mummy The Peepshow - Boys don't cry
15. Fumie Hosokawa - Poupée de dire poupée de son
16. Mondialito - Tous les jours
Voltamos para o ano que vêm com muitas novidades nos vôos regulares com partida do Aeroporto Internacional de Tóquio, Narita.
あけましておめでとうございます!!!
01. AK48 - Boku no Taiyou
02. Bivattchee - Taiyou no Mannaka He
03. Capsule - Sugarless Girl
04. Dir en Grey - The Plegde (unplugged)
05. Fujifabric - Cheese Burger
06. Garnet Crow - Argentina
07. High and Mighty Color - Ichirin no Hana
08. L'Arc~en~Ciel - I wish 2007
09. Metronome - Hello
10. Pushim - Hey Boy
11. - v - - Honey Bee
12. Zoro - Vaio
13. Ketchupmania - Pop Pop Pop Pop Pop Pop Pop Lolipop
14. Mummy The Peepshow - Boys don't cry
15. Fumie Hosokawa - Poupée de dire poupée de son
16. Mondialito - Tous les jours
Voltamos para o ano que vêm com muitas novidades nos vôos regulares com partida do Aeroporto Internacional de Tóquio, Narita.
あけましておめでとうございます!!!
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